quinta-feira, 18 de outubro de 2012

O Processo Seletivo e as Redes Sociais


A empresa está correta quando decide não contratar um candidato por causa de seu perfil nas redes sociais?
Difícil acreditar, mas vivemos em dois mundos distintos: o real e o virtual. E frequentemente vimos pessoas que não sabem fazer uso correto e saudável destes e acabam prejudicando as relações familiares, de amizade, afetivas e profissionais.
Segundo pesquisa feita pela CareerBuilder (site especializado em carreiras), 37% das empresas americanas afirmam buscar nas redes sociais, informações sobre seus candidatos no momento da contratação.
Ainda não há legislação pertinente quanto a essa prática, porém um pequeno número de empresas brasileiras não leva isso como fator determinante na contratação. A busca por informações desse gênero não tem o intuito discriminatório, e sim saber se o candidato se enquadra na cultura e valores da empresa contratante. Porém, algumas informações encontradas são relevantes quando traçam o perfil do candidato.
No LinkedIn você pode descrever com todos os detalhes sua vida profissional e acadêmica, conhecimentos, etc. Mas é no Facebook que ficam implícitas suas preferências, opiniões e postura social, e a maneira como se relaciona com outras pessoas e grupos.
Estando ou não na pele de candidato a uma vaga de emprego, não custa seguir alguns cuidados básicos para evitar a exposição excessiva e não se “queimar” por bobagens.
Fica a dica: nem tudo o que se faz precisa ser publicado.

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